

Desde os primórdios da civilização humana, o homem sempre foi atuante e partipador dentro da sociedade, enquanto as mulheres ficavam reclusas dentro de suas residências sem nenhuma voz dentro da sociedade, em várias partes do mundo. O homem tinha autoridade dentro da família e cabia à mulher, apenas obedecer-la sem nenhuma objeção. Mas ainda havia famílias que dão liberdade e autonomia para as mulheres e ainda existiam maridos que escutam conselhos de suas esposas e pais que escutam conselhos de suas filhas. Mas cenas como que essas, principalmente naquelas épocas, Aida eram muito raras e era considerado anormal para época. As mulheres não podiam trabalhar fora, estudar, votar ou dar qualquer tipo de contribuição para o desenvolvimento da comunidade.
“Foi em pleno século XX que a mulher conseguiu o tão sonhado direito e o espaço que por muitos séculos, era de exclusividade masculina. O chamado "sexo frágil" se tornou atuante na sociedade e hoje temos mentes femininas pensantes, mulheres como chefes de família e trabalhando em profissões que por muitos anos, eram consideradas profissões masculinas.”.
Por fim, promover direitos iguais entre homens e mulheres, não é o mesmo que promover a guerra dos sexos, pois isso leva ao lugar nenhum. É preciso haver entendimento e o constante diálogo entre homens e mulheres para um bem comum. Assim, poderemos dizer: "Direitos iguais entre homens e mulheres: nós podemos!"


